Almoço livre (ou opcional por um acréscimo de 22.50€).
Circuito em autocarro de turismo;
Passeio de barco no rio Tejo para ver a fauna e flora local (incluído);
Seguro de viagem.
PASSEIO DE BARCO NO RIO TEJO
Os passeios de barco são a melhor forma de vivenciar de perto o ecossistema do Rio Tejo e a beleza natural que envolve a região de Salvaterra de Magos.
O percurso permite entrar em recantos e canais do rio, proporcionando a observação direta de uma grande densidade de aves aquáticas e, frequentemente, de cavalos em liberdade nas margens.
Falcoaria Real
A Falcoaria Real é o ex-libris cultural de Salvaterra de Magos, cuja arte da Falcoaria está classificada como Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO. O edifício histórico foi recuperado e funciona como um núcleo museológico dedicado à história desta prática milenar. A visita inicia-se normalmente com a projeção de um filme, seguindo-se o contacto com as aves e uma exposição permanente. Podemos ficar a conhecer várias espécies de aves de rapina como falcões, águias e açores.
Baloiço da Barragem de Magos
O Baloiço da Barragem de Magos é uma atração mais recente, focada no lazer e na envolvência paisagística da albufeira da barragem, situada na transição para a zona florestal do concelho. Instalado junto à água, oferece uma paragem tranquila e cenográfica para fotografias, ideal para quem aprecia o turismo de natureza.
Museu Escaroupim e o Rio
Situado na emblemática aldeia piscatória do Escaroupim, o Museu Escaroupim e o Rio é um espaço museológico profundamente ligado à identidade local e ao Rio Tejo. É dedicado ao rio e aos seus afluentes como eixos de fixação humana, abordando as atividades socioeconómicas tradicionais e a riqueza da fauna e flora ribeirinhas.
Casa Típica Avieira
A Casa Típica Avieira representa um exemplar vivo da arquitetura vernacular e da história social da Aldeia Avieira do Escaroupim. São habitações de pequenas dimensões construídas em madeira e assentes sobre pilares (estacas) para proteger as famílias e os bens das frequentes cheias do Rio Tejo. Pintadas habitualmente com cores vivas, estas casas retratam o quotidiano humilde mas resiliente dos pescadores avieiros.
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